Reforma Tributária: Agenda Legislativa da Indústria

Fonte: CNI | Data: 20 de march, 2011

O presidente do Senado, José Sarney, foi convidado pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, para a cerimônia de lançamento da 16ª edição da Agenda Legislativa da Indústria, que será realizada no dia 29 de abril, na sede da entidade, em Brasília. De acordo com Andrade, dentre os mais de 100 projetos que constam na agenda, o mais importante para o setor produtivo este ano é a aprovação de uma reforma tributária que permita desonerar os investimentos, as exportações e a folha de pagamento das empresas. Para o presidente da CNI, apesar do desejo da sociedade de que seja realizada uma reforma ampla, é necessária a aprovação urgente de mudanças no atual regime tributário.
- Espero que a reforma tributária ganhe espaço ainda este ano. Talvez essa discussão seja muito longa e complexa, mas uma reforma, mesmo que seja feita por partes, já seria muito adequada - defendeu.
Além da reforma tributária, o presidente da CNI explicou que as 27 federações e as 53 associações setoriais da indústria destacaram, durante a elaboração do documento, outras 19 questões prioritárias para o setor no Legislativo que, conforme Andrade, seriam "importantes para o país continuar crescendo".A Agenda Legislativa da Indústria expõe as teses, as demandas e a linha de conduta da indústria em relação aos temas essenciais em discussão no Congresso Nacional. Para cada edição, as entidades e associações posicionam-se sobre as proposições legislativas e, reunidas em seminário, elegem as de maior relevância para gerar o posicionamento formal do setor.
O Banco Mundial concedeu um empréstimo de cerca de US$ 500 millhões, para o Projeto Urbano e Habitacional Metropolitano do estado do Rio de Janeiro. Cerca de 2 milhões de pessoas, que vivem em comunidades de baixa renda na região metropolitana, serão beneficiadas. O financiamento, aprovado nesta terça-feira, levou em consideração as enchentes de janeiro, que deixaram mais de 800 mortos na Região Serrana do Rio.
A quantia deve ajudar na gestão dos riscos de desastres naturais e planejamento especialmente na área metropolitana, onde vivem quase 12 milhões de pessoas.